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A substituição de combustíveis fósseis por recursos renováveis e a redução das emissões de carbono tornaram-se questões importantes para o desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, uma equipe de pesquisa do Instituto de Física e Química de Dalian (DICP) da Academia Chinesa de Ciências, desenvolvem tecnologia fotovoltaica comercial para gerar energia elétrica utilizada na eletrólise da água.

Uma das principais tecnologias inovadoras do projeto é o eletrocatalisador eficiente, de baixo custo e longa vida útil para eletrólise da água na produção de hidrogênio. A instalação apresenta uma capacidade de produção de mais de 1000 Nm³ de hidrogênio por hora em um único conjunto de células eletrolíticas industriais, e o consumo de energia de hidrogênio da unidade foi reduzido para menos de 4,3 kWh por metro cúbico.

A outra inovação é o catalisador de hidrogenação de dióxido de carbono de baixo custo, alta seletividade e alta estabilidade para a produção de metanol, além de ser resistente a sinterização.

A planto do projeto consiste em três unidades básicas: uma usina solar fotovoltaica com potência de 10 MW, uma planta de eletrolisador e uma planta para síntese de metanol.

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Fonte: FuelCellWorks.com

logoabh2noticiaNão deixe de acessar o Congresso Chile 2020 - Green Hydrogen Summit.

O mais importante evento online sobre Hidrogênio Verde da América Latina, com a participação de importantes agentes do setor industrial, político, econômico e trecnológico. 

No dia 03/11: Fórum de políticas e estratégias. 

No dia 04/11: Fórum industrial.

Confira também o nosso stand virtual AQUI

Acesso ao evento: https://www.greenh2summitchile.com/?lang=en

 

 

O hidrogênio é hoje apresentado como o principal eixo de reindustrialização e renascimento na França e, dessa forma, o governo francês direcionará 7 bilhões de euros ao longo de dez anos às tecnologias do hidrogênio intensificando ainda mais a competição internacional. Um dos princiáis objetivos é desenvolver eletrolisadores utilisados na produção de hidrogênio.

Segundo Agnès Pannier-Runacher, Secretária de Estado do Ministério de Economia e Finanças, o hidrogênio é uma questão de independência energética, assim como é essencial para a transição energética. É essencial para a mobilidade e descarbonização da indústria.

O enfoque francês será no hidrogênio verde. Esse é o hidrogênio livre de emissões carbono, produzido a partir de energias renováveis. Em relação às diferenças nos custos de produção, o Governo também prevê apoios e investimentos em P&D para desenvolver soluções competitivas.

Para ler o artigo na íntegra, acesse AQUI

De acordo com a notícia da FuelCellWorks, a aplicação do hidrogênio no setor de transporte e logística é um dos eixos fundamentais do "Road Map Hydrogen: a commitment to renewable energy". Esta iniciativa, recentemente aprovada pelo governo sob proposta do Ministério da Transição Ecológica e do Desafio Demográfico (MITECO), tem como objetivo implantar uma energia sustentável, fundamental para o objetivo espanhol de neutralidade climática. 

Ainda no conteúdo, é destacado que a iniciativa H2Ports é um projeto piloto realizado no Porto de Valência para incorporar o hidrogênio na operação logística portuária de forma a reduzir seu impacto ambiental e, por conseguinte, colocará Valenciaport como o primeiro porto da Europa a incorporar a energia do hidrogênio em seus terminais. H2Ports é uma das cinco iniciativas em curso destacadas pela MITECO no domínio do hidrogênio, cuja relevância foi reconhecida através da concessão de financiamento público de fundos estatais.

O projeto permitirá o teste de três atividades importantes para o porto, dentre elas o carregamento e transporte de containers e a produção de hidrogênio no local. Tem também como objetivo permitir o desenvolvimento de estudos de viabilidade de uma cadeia de suprimentos com base no hidrogênio no porto,.

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A AHK Rio divulgou a nona parte de suas publicações semanais da série informativa sobre a Estratégia Nacional Alemã para o hidrogênio. Confira um resumo abaixo, e a íntegra no site da AHK Rio.

Artigo 9: Plano de ação para a cooperação internacional

O comércio do hidrogênio e seus derivados é um importante fator industrial e geopolítico e, e representa uma grande contribuição para a proteção do clima de forma a promover um crescimento e desenvolvimento sustentável. As colaborações internacionais na exportação do hidrogênio são essenciais para impulsionar capacidades de geração de energias renováveis, mas que também levam a extensas questões geopolíticas que devem ser incluídas no desenvolvimento de políticas governamentais. Acompanhe as medidas envolvidas nessa questão, abaixo:

Medida 30: Estabelecimento de padrões sustentáveis confiáveis e exigentes juntamente com uma infraestrutura de qualidade para geração de eletricidade a partir de fontes de energia renováveis. Da mesma forma, desenvolvimento de regulamentos, códigos e normas europeias em várias áreas de aplicação, traçando o caminho para garantir um aumento do mercado internacional e da Alemanha durante a transição energética.

Medida 31: A nível da UE, objetiva-se investimentos em pesquisa, desenvolvimento e produção de hidrogênio verde. Toda a cadeia de valor e de uso de hidrogênio devem ser consideradas (geração, transporte, distribuição e uso final).

Medida 32: No contexto do "Acordo Verde da Europa", o Governo Alemão está comprometido em acelerar a implementação das iniciativas da UE no setor de hidrogênio. A base dessa estratégia é a elaboração de um “Livro Verde” com um rascunho sobre o conteúdo da estratégia da UE para o hidrogênio.

Medida 33: Formação de um mercado internacional de hidrogênio e parcerias de cooperação econômica e climática para gerar oportunidades de desenvolvimento tecnológico do hidrogênio.

Medida 34: Integrar o hidrogênio nas parcerias energéticas existentes e criar novas parcerias para abrir perspectivas de exportação e importação. Serão criados grupos de trabalho especializados, específicos para análise do potencial sustentável da importação de fontes de energia renováveis com base no hidrogênio e do desenvolvimento de novos mercados para as tecnologias alemãs de hidrogênio.

Medida 35: Avanço da aliança de hidrogênio entre a Alemanha e os países parceiros com as iniciativas conjuntas da UE, direcionada ao longo de toda a cadeia de valor e à criação de uma plataforma para posicionamento da Alemanha em mercados estrangeiros, a qual irá beneficiar as empresas alemãs que demandam hidrogênio verde.

Medida 36: No contexto de parcerias energéticas e cooperação multilateral como a “Parceria Internacional para o Hidrogênio e Células a Combustível” (IPHE), a “Agência Internacional de Energia Renovável” (IRENA) ou a “Agência Internacional de Energia” (AIE), serão intensificadas as atividades internacionais já em andamento. Ademais, a criação de um mapa de geração de hidrogênio verde e seus derivados ajudará futuros países fornecedores a identificar oportunidades de exportação.

Medida 37: Projetos piloto em países parceiros, incluindo os da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento devem apresentar detalhes sobre a produção e comercialização - de maneira sustentável e competitiva - de hidrogênio verde e seus derivados.

Medida 38: Com relação aos atuais exportadores de combustíveis fósseis, o Governo Federal da Alemanha intensificará o diálogo em favor de uma transição energética gradual e global, substituindo parcialmente os combustíveis fósseis por hidrogênio e aproveitando as novas oportunidades para a política energética.

Para ler o artigo na íntegra, acesse AQUI.

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