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East Japan Railway Company, Hitachi, Ltd e Toyota Motor Corporation firmaram um acordo para colaborar no desenvolvimento de veículos ferroviários de teste equipados com sistemas híbridos que usam pilhas a combustível e baterias como sua fonte de eletricidade. O objetivo é promover o transporte sustentável e contribuir para uma sociedade livre de carbono com veículos ferroviários de última geração

Com as tecnologias de sistema de acionamento híbrido ferroviário da Hitachi desenvolvidas com a JR East e as tecnologias da Toyota adquiridas por meio do desenvolvimento do veículo elétrico de pilha a combustível - Mirai - as três empresas irão adaptar seus conhecimentos científicos de forma a alcançar o controle de alta potência necessário para aplicações ferroviárias.

Sobre o funcionamento do sistema híbrido de pilha a combustíve, o funcionamento é, de forma simplificada, da seguinte maneital: o hidrogênio armazenado no tanque é fornecido às pilhas a combustível, e nelas passa por uma reação eletroquímica com o oxigênio do ar para gerar eletricidade. A bateria de armazenamento do circuito principal é carregada pelas pilhas e pela frenagem regenerativa, estendendo a autonomia do veículo.

No mais, o veículo ferroviário é azul, remetendo à água, o subproduto dessa reação eletroquímica, e seu design transmite uma sensação de velocidade e uma imagem futurística.

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Sami h2 Sami Ayad, aluno de doutorado no Programa de Engenharia Mecânica (PEM) da COPPE/UFRJ e mestre em Engenharia Mecânica também pela COPPE, faz trabalho voluntário em um centro de distribuição de alimentos em Londres. A imagem do aluno foi uma das cem fotografias escolhidas para compor a exposição Hold Still, idealizada pela Duquesa de Cambridge para mostrar os laços sociais de empatia e solidariedade no Reino Unido durante a pandemia. A Rainha Elizabeth II disse ter se sentido inspirada ao ver a resiliência demonstrada pelo povo no projeto. 

O aluno da COPPE pesquisa o desempenho e as emissões de um sistema motor-gerador operando a etanol com adição de hidrogênio, sob orientação do professor Carlos Rodrigues Belchior - dos programas de Engenharia Mecânica e de Engenharia Oceânica da COPPE - e está em período sanduíche na Aston University, em Birmingham. 

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O transporte marítimo é um importante setor da economia global, com aproximadamente 80% do volume do comércio mundial segundo a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). No entando, à medida que o desenvolvimento da indútria continua, ele gera crescentes emissões de carbono. Nesse sentido, a Organização Marítima Internacional (IMO) criou a meta de reduzir emissão de carbono pelos navios em pelo menos 70% até 2050 em comparação com o ano de 2008.

Em vista de um cenário sustentável, a Shell definiu em seu novo relatório, o hidrogênio nas pilhas a combustível como a tecnologia de zero emissão de carbono que tem o maior potencial para o processo de descarbonização dessa atividade. A empresa pretende avançar em suas pesquisas nessa área e promover a expansão do hidrogênio em outros setores, tornando o produto mais competitivo do que o os outros combustíveis alternativos de zero emissão. Algumas ações-chave que a Shell deve realizar incluem:

- Estabelecer um consórcio para desenvolver e testar pilhas a combustível em uma embarcação comercial de alto mar;
- Desenvolver a experiência e os padrões para o uso de hidrogênio em um ambiente marinho e permitir a implantação comercial do mesmo em todos os setores;

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Uma equipe escandinava está desenvolvendo um protótipo de pilha a combustível de 1,2 MW que será montada a bordo de um dos mais novos navios-tanque da Odfjell. Os principais parceiros no projeto são a própria Odfjell, Prototech, Wärtsilä e Lundin Energy Norway.

A nova e flexível tecnologia de pilha a combustível pode reduzir as emissões dos GEEs em 40 a 100%. Segundo Bernt Skeie, CEO da Prototech e, especialista em pilhas a combustível, o aumento da eficiência e a redução do consumo de combustível também fornecem economias de custo significativas, e o navio será capaz de navegar por muito mais tempo com a mesma quantidade de energia. O sistema também estará pronto para operar totalmente livre de emissões nos locais onde, por exemplo, a amônia estiver disponível para abastecimento. Além disso, a tecnologia também permite a captura direta de CO2, outra alternativa para operação livre de emissões.

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