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27 06 LinksUteis ABH2 0010 IPHEO IPHE Infographic Challenge é uma oportunidade para alunos do ensino médio e universitários, em grupo ou individual, para aprender mais sobre as tecnologias do hidrogênio e pilhas a combustível.

O desafio permitirá que o estudante amplie seu portfólio e conecte-se com outros alunos e profissionais da área da energia do hidrogênio. Além disso, a competição trabalhará habilidades de pesquisa e design e explorará a criatividade dos inscritos.

O objetivo é que os participantes pesquisem, interpretem e criem um infográfico sucinto e criativo sobre um tópico relacionado ao hidrogênio e pilhas a combustível.

Infográficos são uma ferramenta importante para fornecer informações de forma rápida, acessível e visualmente atraente para todos os públicos. A combinação de texto e recursos visuais pode servir a uma variedade de propósitos, desde a construção de uma narrativa envolvente até a expressão de informações densas ou técnicas de forma concisa e direta.

Os alunos contarão com o auxílio de recursos disponíveis no site do IPHE , especialmente as estatísticas de cada país sobre o estado da arte da energia do hidrogênio e das pilhas a combustível.

 

O vencedor receberá um prêmio em dinheiro, certificado de reconhecimento IPHE e uma camisa com o logotipo da instituição.

As inscrições são realizadas no site do desafio. Mas não perca tempo! O período de inscrição se encerra no dia 8 de outubro (Dia Nacional do Hidrogênio e Pilhas a Combustível nos Estados Unidos).

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A AHK Rio divulgou a sexta parte de suas publicações semanais da série informativa sobre a Estratégia Nacional Alemã para o hidrogênio. Confira um pequeno trecho abaixo, e a íntegra no site da AHK Rio

Artigo 6: Plano de ação para o Setor Industrial

Alguns setores industriais precisarão do auxílio de tecnologias, matérias-primas e processos com baixa emissão para serem descarbonizados. Na indústria química e refinarias, por exemplo, o hidrogênio "cinza" já pode ser substituído por hidrogênio verde sem adaptação. Algumas outras medidas para a viabilização desse processo são:

Medida 14: Financiamento de programas relacionados ao processo de descarbonização da indústria e a inserção do uso do hidrogênio no setor por parte do Governo Federal alemão, de forma que os custos não sejam totalmente repassados ​​ao cliente.

Medida 15: Subsídios para o investimento em processos industriais, considerando a operação de plantas de eletrólise primeiramente para as indústrias siderúrgicas e químicas e em seguida para outros setores industriais de forma a garantir segurança e incentivo financeiro às empresas que investirem em projetos avançados de proteção climática.

Medida 16: A demanda por produtos industriais fabricados através de processos de baixa emissão e uso de hidrogênio deve ser fortalecida e o Governo Federal está comprometido em examinar soluções que incentivem esse mercado.

Medida 17: Promover o diálogo entre as partes interessadas, especialmente as indústrias de alto consumo energético, química, siderúrgica, logística e aviação, entre outros.

Para ler o artigo na íntegra, acesse AQUI.

A Fortescue Metals Group (ASX: FMG) divulgou que sua futura frota de ônibus empresariais será alimentada por hidrogênio em pilhas a combustível. A mineradora australiana está adquirindo 10 ônibus a hidrogênio, construídos pela HYZON Motors e com o financiamento do Fundo de Hidrogênio Renovável do Governo da Austrália Ocidental, para substituir a frota existente de ônibus a diesel em Christmas Creek a partir de meados de 2021.

Os ônibus serão apoiados pela instalação de uma estação de reabastecimento, que aproveitará a eletricidade renovável do Projeto Híbrido Solar Gas Chichester, para gerar hidrogênio verde no local.

 Segundo a vice-presidente executiva da Fortescue, Julie Shuttleworth, o esforço é um passo em direção à redução da pegada de carbono até 2040. A frota móvel da mineradora consome cerca de 400 a 450 milhões de litros de consumo de diesel por ano e apresenta uma oportunidade significativa para o hidrogênio ser usado como fonte de combustível na diversificação da matriz energética.

Para saber mais, acesse  AQUI

 

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A AHK Rio divulgou a quinta parte de suas publicações semanais da série informativa sobre a Estratégia Nacional Alemã para o hidrogênio. Confira um pequeno trecho abaixo, e a íntegra no site da AHK Rio.

Artigo 5: Plano de Ação para o Setor de Transporte

Para que o mercado do hidrogênio se desenvolva, é necessário uma escalada na demanda. Nesse sentido, foram elaboradas medidas para aplicação do hidrogênio em áreas prioritárias, em que seu uso é economicamente viável a curto e médio prazo. Dentre elas:

Medida 5: Incentivo da Diretiva de Energia Renovável da UE no uso de hidrogênio verde na produção de combustíveis e como uma alternativa aos combustíveis convencionais. 

Medida 6: As medidas de apoio no âmbito do “Programa Nacional de Inovação em Hidrogênio e Tecnologia de Células a Combustível” com o objetivo de ativar o mercado e atrair investimentos em veículos a hidrogênio como caminhões pesados / veículos comerciais, ônibus, trens, embarcações de navegação interior e costeira e frotas.

Medida 7: Desenvolvimento e promoção de instalações para a produção de combustíveis à base de eletricidade, em particular para a produção de querosene e biocombustíveis avançados.

Medida 8: Promover o desenvolvimento de uma infraestrutura de abastecimento de hidrogênio para veículos pesados de carga rodoviária, no transporte público e no transporte ferroviário local.

Medida 9: Desenvolvimento da infraestrutura europeia para facilitar o transporte de fronteiras por veículos movidos a pilha a combustível.

Medida 10: Apoio ao estabelecimento de uma indústria de suprimentos competitiva para sistemas de pilhas a combustível, incluindo a criação de uma base industrial para a produção das mesmas para aplicações veiculares. Possibilidade da criação de um centro de tecnologia e inovação para tecnologias de hidrogênio, bem como apoio a fornecedores e logística da área.

Medida 11:Implementação da “Diretiva Veículos Limpos” (CVD) para apoiar veículos de emissão zero no transporte municipal.

Medida 12: Diferenciação em relação a emissão de CO2 no pedágio de caminhões, em favor de veículos ecológicos.

Medida 13: Compromisso com a normatização internacional de padrões para sistemas de hidrogênio e pilhas a combustível para a mobilidade.

Para ler o artigo na íntegra, acesse AQUI

A maior usina industrial de energia de pilha a combustível do mundo e a primeira a usar apenas hidrogênio reciclado a partir fabricação petroquímica foi posta em operação pela Hanwha Energy em seu Complexo Industrial Daesan em Seosan, Coreia do Sul.

De acordo com a empresa, a usina de 50 MW tem capacidade para gerar até 400.000 MWh de eletricidade anualmente, o que ela afirma ser suficiente para abastecer 160.000 residências sul-coreanas, além de fazer parte da estratégia de estabelecer um roadmap para a economia do hidrogênio no país.

As pilhas a combustível diferem-se da tecnologia convencional que utiliza combustível fóssil - depende da combustão para produzir vapor e girar uma turbina - ao combinarem hidrogênio e oxigênio em uma reação eletroquímica, gerando eletricidade. Os únicos subprodutos dessa reação são o calor e o vapor d'água, tornando as pilhas a combustível uma forma atraente de reduzir as emissões de carbono, de acordo com a Hanwha Energy.

A planta do Complexo Industrial Daesan contém 114 pilhas a combustível. A planta Hanwha Total Petrochemical produz até três toneladas de hidrogênio por hora. O hidrogênio reciclado é bombeado para a nova usina por meio de tubos subterrâneos e alimentado diretamente nas pilhas a combustível. A eletricidade é então gerada pela reação eletroquímica. Nenhum gás de efeito estufa é emitido

Para saber mais, acesse AQUI.

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