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Cientistas singapurenses fizeram uma importante descoberta no processo de extração de hidrogênio da água por meio da eletrólise utilizando de aprendizagem de máquina, para tornar a eletrólise mais eficiente.

A equipe de cientistas tem estudado uma classe de catalisadores de hidrogênio de baixo custo chamados óxidos de espinélio. Normalmente feitos de metais de transição baratos, os óxidos de espinela recentemente ganharam interesse como um catalisador de hidrogênio potencialmente estável que poderia teoricamente reduzir a perda de energia na reação química eletrolítica que extrai hidrogênio da água usando eletricidade.

O impulso para uma economia movida a hidrogênio tem aumentado nos últimos anos, em grande parte graças ao desenvolvimento de mais projetos de “hidrogênio verde” - projetos de produção de hidrogênio a partir de energia renovável, como eólica e solar. Tais  projetos usam a eletricidade renovável gerada para alimentar o processo de eletrólise, criando um combustível verde com poucas ou nenhuma emissão envolvida no processo de produção.

Para saber mais, acesse AQUI.

 

 Os Ministérios de Petróleo e Energia e do Clima e Meio Ambiente noruegueses divulgaram o documento intitulado "The Norwegian Government’s hydrogen strategy towards a low emission society", que tem por objetivo contribuir para o processo de desenvolvimento de novas tecnologias e soluções de baixa emissão na Noruega.

O documento, com foco no hidrogênio e em linha com as tendências globais de descarbonização, visa as políticas e oportunidades existentes no país, que podem auxiliar nos desafios futuros frente a transição energética atualmente em curso no mundo.

A Noruega deve se tornar uma sociedade de baixa emissão até 2050. Para isso, o governo tem como meta, a redução dos níveis de emissões dos gases de efeito estufa, condizentes com o Acordo de Paris. Uma vez que o hidrogênio é um vetor energético de baixa ou zero emissão, ele também deve ser produzido da mesma maneira, como por exemplo, através da reforma do gás natural combinada com captura de carbono, ou da eletrólise da água usando eletricidade renovável. No mais, a versatilidade do hidrogênio significa que ele pode ser usado em inúmeros setores, nos quais se destacam partes dos setores de manufatura pesada e transporte.

O governo norueguês se manterá, portanto, atualizado sobre os desenvolvimentos e adaptará suas políticas quando necessário, tanto com o objetivo de reduzir emissões como para contribuir na criação de valor em energia do hidrogênio.

Para ler o documento na íntegra, clique AQUI.

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A AHK Rio divulgou a quarta parte de suas publicações semanais da série informativa sobre a Estratégia Nacional Alemã para o hidrogênio. Confira um pequeno trecho abaixo, e a íntegra no site da AHK Rio.
 
Artigo 4: Plano de ação para geração de H2
 

O plano de ação da NWS prevê que o Governo Federal da Alemanha crie a estrutura necessária para gerar investimentos privados na produção, transporte e uso econômico e sustentável de hidrogênio. As medidas descritas no plano de ação representam a primeira fase do NWS, na qual o aumento do mercado doméstico deve ser privilegiado e, em paralelo são beneficiados tópicos pioneiros como Pesquisa e Desenvolvimento e Cooperação Internacional. Para esse fim, o Governo Federal implementará várias medidas para aceleração do mercado até o ano de 2023 nas seguintes áreas:

Uma produção confiável, acessível e sustentável de hidrogênio é a base para a sua utilização futura, com enfoque também na demonstração de tecnologias em escala industrial.

 
  • Medida 1: Aperfeiçoamento das condições de infraestrutura para o uso eficiente de eletricidade (proveniente de energias renováveis) juntamente com um design adequado dos sistemas de energia e incentivos governamentais de modo a fortalecer as possibilidades de geração de hidrogênio verde.

    Medida 2: Desenvolvimento de novos modelos de negócios e cooperação com operadores de eletrolisadores e com operadores de redes de eletricidade e gás, garantindo também um alívio da rede a preços razoáveis.

    Medida 3: No campo industrial, a NWS apoia o financiamento para eletrolisadores como parte do pacote de inovação em proteção climática a ser implementado a partir de 2020. Modelos de licitação para a produção de hidrogênio verde, que é usado para descarbonizar as indústrias siderúrgica e química, também estão sendo examinados.

    Medida 4: A energia eólica offshore é uma tecnologia atrativa para gerar eletricidade renovável, que pode ser usada para a produção de hidrogênio verde e, portanto as condições de infraestrutura estão sendo aprimoradas para que os recursos investidos tenham viabilidade.


Para ler o artigo na íntegra, clique AQUI

 

O grupo MAHLE, que agora é também parte do Hydrogen Council, defende o uso do hidrogênio como um elemento essencial na transição energética global. O hidrogênio é a base da mobilidade neutra em CO2, especialmente no que diz respeito ao transporte rodoviário, segundo Dr. Jörg Stratmann, CEO e presidente do Conselho de Administração da MAHLE. Nesse sentido, a MAHLE tem trabalhado para expandir o seu portifólio, tanto no uso do hidrogênio para aplicações estacionárias de fornecimento de energia, quanto desenvolvendo um motor a combustão que também pode ser alimentado a hidrogênio.

O grupo MAHLE já é fabricante de componentes para veículos com pilhas a combustível há mais de uma década, e hoje atua na produção de veículos tanto comerciais como de passageiros. Toda essa expertise se revela muito útil quando os principais campos de pesquisa e desenvolvimento em mobilidade convencional se convergem com o de veículos a hidrogênio e pilhas a combustível, como gerenciamento térmico e de fluidos, bem como a mecatrônica e eletrônica dos sistemas.

 
Para saber mais, acesse AQUI.
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As fontes renováveis de energia desempenham um papel importante na redução dos GEEs na atmosfera de forma a amenizar os efeitos das mudanças climáticas. Nesse sentido, a AHK Rio apoia o Brasil na transição energética de maneira segura, sustentável e economicamente viável, acreditando no papel estratégico do país para geração e fornecimento global de hidrogênio verde e de tecnologias agregadas.
A instituição fomenta uma rede de contatos intersetorial e viabiliza estudos, eventos, delegações e demais projetos na área de hidrogênio verde, como o desenvolvimento de um novo roadmap do hidrogênio no Brasil. O Brasil oferece altos potenciais para produção de hidrogênio verde em patamares de competitividade no processo da economia sustentável. Entre eles, excelentes condições climáticas e energéticas pela geração de eletricidade renovável de baixo custo a partir de energia eólica, solar, biomassa e hidroelétrica; grande número de empresas parceiras brasileiras e alemãs já atuantes no mercado, bem como o sucesso no desenvolvimento e industrialização de combustíveis por fontes renováveis.

O hidrogênio verde vem sendo amplamente incluído na matriz energética de diversos países como tecnologia chave para a descarbonização da economia. A AHK Rio, por meio de uma Aliança para o Hidrogênio Verde, lança de forma inédita no Brasil uma Série Informativa sobre a Estratégia Nacional Alemã para o Hidrogênio. A série consiste em 7 artigos que serão publicados semanalmente e, facilita o acesso ao conhecimento do setor energético proveniente do hidrogênio verde para a sociedade. Os três primeiros artigos já foram publicados! Confira um pequeno trecho de cada um abaixo e não deixe de visitar a página da AHK Rio para ler os artigos na íntegra!

 
Artigo 1: Introdução

 No intuito de alcançar as metas do Acordo de Paris, como a responsabilidade ambiental, a Alemanha está desenvolvendo alternativas tecnológicas com o uso do hidrogênio. Sob o ponto de vista do Governo Federal Alemão, apenas o hidrogênio produzido com base em energias renováveis ​​(Hidrogênio Verde) é sustentável a longo prazo. A devida ênfase dada ao hidrogênio se deve ao fato do elemento permitir o armazenamento de energia de forma flexível, ajudando no equilíbrio de oferta e demanda das fontes renováveis. Seu potencial “Power-to-X” abre novos caminhos para a descarbonização de diversos setores da economia.
 A Estratégia Nacional de Hidrogênio (NWS), alavancada pelo Governo Alemão, criou uma estrutura para promover o investimento privado na geração, no transporte e no consumo de hidrogênio em escala econômica e sustentável. Alguns setores são considerados estratégicos para a realização das metas do NWS, tais como: geração de hidrogênio; indústria; transporte; geração de calor; pesquisa, educação e inovação.
 Para a realização das metas, a Alemanha procurará fazer parcerias com outros países para abrir sistematicamente novas cadeias de geração de hidrogênio verde, através de um planejamento para futuros fornecedores, consumidores e investidores nacionais e internacionais, criando efeitos de geração de empregos na Alemanha e nos países parceiros.

 
Artigo 2: Metas e Objetivos

As metas e obejtivos criadas pela Estratégia Nacional de Hidrogênio definem os passos necessários para atingir as metas climáticas, contribuir com novas cadeias de valor na economia alemã e internacional e reforçar o desenvolvimento da cooperação em política energética.
Os 12 objetivos e metas são:

1) Assumir responsabilidade global para a redução dos gases do efeito estufa;

2) Tornar o hidrogênio competitivo no mercado;

3) Desenvolver o mercado doméstico para tecnologias de hidrogênio na Alemanha, abrindo caminho para importações;

4) Estabelecer o hidrogênio como fonte alternativa de energia;

5) Usar o hidrogênio como matéria-prima para uma indústria sustentável;

6) Implementar infraestrutura de transporte e distribuição, desenvolvendo o comércio exterior e mercados consumidores;

7) Promover a ciência e a capacitação de profissionais;

8) Acompanhar os processos de transformação através do diálogo com as partes interessadas;

9) Fortalecer a economia e garantir oportunidades de mercado global para as empresas alemãs;

10) Estabelecer mercados internacionais e parcerias para o hidrogênio;

11) Promover a cooperação global como uma oportunidade;

12) Implementar uma infraestrutura de qualidade para geração, transporte e armazenamento de hidrogênio e expandir ainda mais o seu consumo, gerando confiança de mercado.

 

Artigo 3: Setores estratégicos
Nesse artigo, envidenciam-se quais setores o governo alemão definiu como prioritários para o desenvolvimento de uma economia de hidrogênio verde que deverá suprir parte da crescente demanda ao longo das próximas décadas. São eles:

1) Produção de hidrogênio: desenvolvimento do mercado interno de forma a beneficiar a exportação através das tecnologias criadas para um consumo viável e sustentável de hidrogênio;

2) Indústria: De modo a descarbonizar setores industriais, as tecnologias, matérias-primas e processos alternativos com baixa ou nenhuma emissão de CO2 devem ser pilares desse objetivo, especialmente com o uso do hidrogênio verde;

3) Transporte: Haverá uma demanda, a longo prazo, por combustíveis limpos, os quais também podem ser produzidos através de fontes de energia baseadas em hidrogênio nos processos PtX. As pilhas a combustível e as baterias também terão uma atuação importante na área de transporte;

4) Geração de calor: A longo prazo, o hidrogênio e seus derivados podem contribuir para a descarbonização de parte desse mercado em várias maneiras. O hidrogênio oferece muitas oportunidades, por exemplo com países que possuem um alto potencial de energias renováveis ​​para a produção de PtX, seja para expandir as relações comerciais existentes ou estabelecer novas relações com exportadores de energia;

5) Pesquisa, Educação e Inovação: A indústria do hidrogênio precisa de mão de obra qualificada, tanto na Alemanha quanto no exterior, portanto, serão abertos novos caminhos para a cooperação entre educação e pesquisa. Os laboratórios vivos (Reallabor) são tidos como novos pilares de pesquisa em energia por desenvolverem inovações tecnológicas no setor de hidrogênio e permitirem o alcance da maturidade dessa ciência rapidamente.

 

Não deixe de acompanhar os próximos artigos na página da AHK Brasil, clicando AQUI! O próximo Artigo será publicado no dia 10 de agosto!

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