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Rio H2

Em parceria com a prefeitura de Maricá, Porto do Açu e Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK), o governo do Rio de Janeiro pretende atrair investimentos na área de energia do hidrogênio no estado.

O intuito é inserir fontes renováveis de energia, como a proveniente do hidrogênio, na matriz energética fluminense, alinhando o estado com as premissas mundiais de transição energética e sustentabilidade.

O estado do Rio é um dos principais produtores de gás natural do país, e este é um dos possíveis insumos para a produção do hidrogênio. O gás natural associado a uma captura de carbono, pode se tornar um vetor de desenvolvimento para os próximos anos para a produção de H2.

A prefeitura de Maricá demonstrou grande interesse no investimento e ressaltou a ideia de estabelecer uma linha de montagem de ônibus na cidade. A AHK também revelou o entusiasmo no desenvolvimento do transporte marítimo movido a hidrogênio na Baía de Guanabara.

 
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Fonte: Além da Energia.  

São Carlos H2O município de São Bernardo do Campo, através de sua Secretaria de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação de São Carlos, assinou um memorando de entendimento com a R20 (Regions of Climate Action) visando a implementação de uma usina de produção de hidrogênio. A partir dessa assinatura, o município criará um grupo de trabalho para a entrega de um estudo de viabilidade, que deverá acontecer dentro de um prazo de 12 meses. 

A R20 é uma organização ambiental, sem fins lucrativos, com o apoio das Nações Unidas, a qual visa a criação de parcerias entre instituições públicas e privadas do mundo todo com a missão de acelerar os investimentos em infraestrutura na economia verde e contribuir com objetivos de desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, a participação da R20 no projeto intensifica o desenvolvimento e o financiamento da infraestrutura de baixo carbono no campo de energia renovável, eficiência energética e otimização de resíduos.

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Fonte: Acidadeon.

Chile H2Chile planeja conceder 50 milhões de doláres em subsídios para projetos de hidrogênio verde com objetivo de se tornar um país neutro em emissões de CO2.

O hidrogênio verde produzido por meio de eletrolisadores alimentados a energia eólica e solar, é visto como estratégico para eliminar as emissões de CO2 do setor industrial. O país possui grande capacidade para geração de energia solar no deserto ao norte e, eólica, ao sul. 

Como exemplos de iniciativa, a Anglo American planeja desenvolver uma usina de pilhas a combustível em uma de suas minas chilenas, enquanto a Antofagasta estuda produzir caminhões movidos a hidrogênio. Outras empresas avaliam usar o H2 em boilers e trens.

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Fonte: Exame.invest

Evento GTM H2A sessão virtual de 90 minutos, conduzida pelo especialista no assunto Hidrogênio Verde da Wood Mackenzie reuniu concessionárias de eletricidade e gás, OEMs de tecnologia de eletrólise, investidores e consumidores finais de hidrogênio para mapear projetos globais de hidrogênio verde.

O hidrogênio verde se tornou um assunto de grande interesse em 2020, com a eletrólise surgindo em muitas discussões relacionadas à transição energética e anúncios de grandes investimentos em diferentes setores da geração de energia. Nesse sentido, o webinar discutiu qual será a demanda esperada por hidrogênio de baixo carbono para os próximos cinco anos, os cronogramas de produção para os principais locais estragégicos, os projetos financiáveis, o ritmo de patrocínio esperado da tecnologia de eletrólise e como a demanda de hidrogênio com baixo teor de carbono pode ser estimulada.

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Fonte: gtm events.

furnas logoCom foco no armazenamento de energia a partir de diferentes fontes renováveis, Furnas inicia o comissionamento do eletrolisador na planta solar do projeto de P&D. Pela primeira vez, a empresa produzirá hidrogênio em uma de suas instalações, considerando a implantação de infraestrutura e ensaios como forma de obter e avaliar informações sobre tempo de resposta, qualidade e quantidade de energia armazenável.

A importância do hidrogênio envolve a sua capacidade em poder ser usado para armazenar, mover e distribuir energia com baixo ou sem emissão carbono para onde for necessário. Para o caso do projeto de Furnas, ele será obtido por meio da eletrólise da água com o uso do eletrolisador, alimentado por energia de fonte fotovoltaica e armazenado em forma de gás em tanques instalado na planta.

Segundo os pesquisadores do projeto, o objetivo principal é estudar a inserção do hidrogênio como vetor energético no Sistema Interligado Nacional, buscando a sinergia entre a geração hidroelétrica e o armazenamento de energia em hidrogênio e baterias, além da otimização de instalações já consolidadas.

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Fonte: CanalEnergia

 

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