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Odfjell h2 Uma equipe escandinava está desenvolvendo um protótipo de pilha a combustível de 1,2 MW que será montada a bordo de um dos mais novos navios-tanque da Odfjell. Os principais parceiros no projeto são a própria Odfjell, Prototech, Wärtsilä e Lundin Energy Norway.

A nova e flexível tecnologia de pilha a combustível pode reduzir as emissões dos GEEs em 40 a 100%. Segundo Bernt Skeie, CEO da Prototech e, especialista em pilhas a combustível, o aumento da eficiência e a redução do consumo de combustível também fornecem economias de custo significativas, e o navio será capaz de navegar por muito mais tempo com a mesma quantidade de energia. O sistema também estará pronto para operar totalmente livre de emissões nos locais onde, por exemplo, a amônia estiver disponível para abastecimento. Além disso, a tecnologia também permite a captura direta de CO2, outra alternativa para operação livre de emissões.

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Apple h2O Escritório de Patentes Americano (USPTO) concedeu, em 29 de setembro deste ano, mais uma patente à Apple, e dessa vez no ramo da energia do hidrogênio. No documento, intitulado "Portable computing device for external fuel cell control", ou “Dispositivo de computação portátil para controle de pilha a combustível externa” na tradução livre, a Apple disserta sobre as sobre um sistema que utiliza pilhas a combustível com hidrogênio para substituir as baterias de lítio. Se os experimentos forem bem sucedidos, tais pilhas serão usadas nos smartphones e laptops da marca, podendo prover dias ou até mesmo semanas de autonomia em uma única recarga/reabastecimento.

Como consequência da maior conscientização do consumidor sobre o uso de energias renováveis, os fabricantes de eletrônicos se mostram cada vez mais interessados em desenvolver tecnologias renováveis para seus produtos e com isso têm explorado uma série de fontes alternativas e promissoras de energia, como a pilha a combustível de hidrogênio.

A principal barreira atualmente é o custo da tecnologia, muito por conta da pequena escala, e a dificuldade de se criar um sistema de pilhas a combustível que seja portátil o suficiente para embutir em um smartphone.

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Airbus h2 A gigante aeroespacial europeia Airbus divulgou detalhes de três aviões-conceito movidos a hidrogênio na segunda-feira, 21/09/20, afirmando que poderiam entrar em serviço até o ano de 2035. Os projetos, chamados ZEROe, diferem-se em tamanho e estilo, mas são todos concebidos para serem zero emissão, usando hidrogênio como sua principal fonte de energia.

Dentre os modelos, uma aeronave usaria motores turbofan e transportaria entre 120 e 200 passageiros. Com um alcance de mais de 2.000 milhas náuticas, seria movido com o que a empresa descreveu como “um motor de turbina a gás modificado para funcionamento com hidrogênio, em vez de combustível de jato, por meio de combustão”. O hidrogênio líquido seria armazenado na parte traseira do avião.

Outro projeto, usando motores turboélice, também seria movido por motores de turbina a gás modificados, com um alcance de mais de 1.000 milhas náuticas, porém transportaria menos passageiros.

O terceiro projeto oferece uma visão diferenciada de como os aviões poderiam ser nos próximos anos, com um novo conceito de asas e corpo combinados, e transportaria até 200 passageiros.

O uso de hidrogênio - tanto em combustíveis sintéticos quanto como fonte de energia primária para aeronaves comerciais - tem o potencial de reduzir significativamente o impacto climático da aviação”, disse o CEO da Airbus, Guillaume Faury, em um comunicado.

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WhatsApp Image 2020 08 04 at 13.51.01A AHK Rio divulgou a oitava parte de suas publicações semanais da série informativa sobre a Estratégia Nacional Alemã para o hidrogênio. Confira um pequeno trecho abaixo, e a íntegra no site da AHK Rio.

Artigo 8: Plano de ação para os setores de pesquisa, educação e inovação

A pesquisa é um elemento estratégico do setor de energia e da política industrial. A NWS objetiva trazer as inovações desenvolvidas em laboratório para aplicação em escala industrial de forma mais ágil e ativa que atualmente, com laboratórios vivos servindo como exemplo. Além disso, a indústria do hidrogênio precisa de mão de obra qualificada, portanto serão abertos novos caminhos para a cooperação entre educação e pesquisa. O plano inclui medidas apresentadas a seguir:

Medida 23: As atividades de pesquisa são orientadas pelas necessidades do mercado, desenhado com o apoio da ciência, da economia e da sociedade civil.  A Alemanha quer se posicionar como o principal fornecedor de tecnologias de hidrogênio no mercado mundial.

Medida 24: O relacionamento com os fornecedores para trazerem soluções robustas e soluções modulares a serem testadas em todo o mundo é essencial para o desenvolvimento das tecnologias.

Medida 25: Em um novo programa de pesquisa interdepartamental, "Hydrogen Technologies 2030", o direcionamento sobre as principais tecnologias de hidrogênio está estrategicamente agrupado em elementos centrais desse programa, como o projeto de pesquisa em larga escala e os projetos no setor de transportes, além de outros. 

Medida 26: Um projeto piloto de aconselhamento científico para políticas governamentais foi lançado há pouco tempo. O projeto inclui o desenvolvimento de um modelo de qualidade, especialmente no que diz respeito a todos os requisitos de segurança, avaliação do sistema e eficiência da planta em conformidade legal, e cálculo de faturamento com base em métodos de medição confiáveis. Os obstáculos no cenário jurídico nacional e europeu devem ser identificados e com base nisso, formuladas sugestões para seu aprimoramento.

Medida 27: No campo da aviação, há um programa de pesquisa com incentivo para energia elétrica híbrida. Prevê-se capacitar o sistema através de conceitos de unidade disruptiva (como a pilha a combustível e o motor gerador H2) e fonte de alimentação sustentável em terra (pilha a combustível multifuncional).

Medida 28: Continuação das medidas de apoio no setor marítimo através do Programa de Pesquisa Transversal "Maritime Green" e  preparação a iniciativa de parceria, na União Europeia,  "Transporte Por Via Aquática De Emissão Zero" para o novo “HORIZON Europe” com o objetivo de construir navios com zero emissões e ciclos fechados de material.

Medida 29: Fortalecer a educação e o treinamento a nível nacional e internacional com a criação e ampliação de cursos e especializações para formar e capacitar profissionais no campo das tecnologias de hidrogênio. Serão estudadas novas formas de ensino que combinem educação e pesquisa, por exemplo, através de centros de competência de instituições de pesquisa e universidades. Ademais, serão estabelecidas parcerias de treinamento profissional com países exportadores.

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airbus h2 dash Paul Eremenko, ex-executivo da Airbus e da Raytheon Technologies, é cofundador de uma empresa que visa trazer o hidrogênio combustível e seu sistema de abastecimento para aviões regionais tão breve quanto 2024. A startup Universal Hydrogen planeja primeiro integrar a tecnologia em um De Havilland Canada Dash 8-300 modificado, com objetivo final de produzir um avião do tipo corredor único para conectar o ponto de produção de hidrogênio com o ponto de consumo. Acredita-se que esse projeto dê início ao mercado de aviação com combustível de hidrogênio e crie negócios para uma ampla rede de suprimento de hidrogênio

"Ao contrário das baterias de hoje, o hidrogênio tem densidade de energia suficiente para aplicações em aviões de passageiros, isto é, muito denso em energia e, também, completamente limpo”, diz Eremenko sobre o hidrogênio como combustível. O hidrogênio pode ser usado para gerar eletricidade com as pilhas a combustível ou queimado por turbinas a gás. Também pode ser usado na indústria química para produzir combustíveis sintéticos, dentre outros. Considerando as limitações significativas de densidade de energia das baterias e a as emissões de gases do efeito estufa provenientes da aviação, o uso hidrogênio combustível representa o único caminho viável para a descarbonização do sistema

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