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O grupo Renault, pioneiro e líder em veículos utilitários elétricos na Europa, irá adicionar o uso de hidrogênio em alguns modelos para prolongar a autonomia e satisfazer os novos desafios ambientais e de mobilidade urbana. A célula a combustível (nota da edição ABH2: no Brasil, usa-se preferencialmente pilha a combustível) utilizada nos veículos elétricos movidos a hidrogênio funcionam através da combinação do hidrogênio dos tanques com o oxigênio do ar, que geram eletricidade para alimentar o motor elétrico.

O Renault Master Z.E. Hydrogen será lançado no primeiro semestre do ano que vem, com autonomia elevada de 120 km para 350 km em relação à versão 100% elétrica. O modelo será equipado com dois tanques de hidrogênio, posicionados sob a carroceria, que terá duas versões furgão e duas chassi-cabine, com volume de carga 10,8 m³ a 20 m³ e peso adicional de 200 kg.

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O Ministério da Indústria da Coréia do Sul anunciou na terça-feira (22/10/2019) que instalará estações de abastecimento de hidrogênio em todo o país com diligência, de acordo com sua Política do Hidrogênio, que promove a energia mais limpa para automóveis.


De acordo com o plano, a Coréia do Sul concluirá a instalação de 310 estações de abastecimento para carros a pilha a combustível de hidrogênio até 2022, segundo o Ministério do Comércio, Indústria e Energia. O número chegará a 1.200 unidades em 2040.

O hidrogênio é uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis, uma vez que os automóveis que utilizam esse recurso apenas criam água no processo de geração de energia. Pode ser produzido processando GNL ou como subproduto de instalações industriais, incluindo plantas petroquímicas.

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 São Paulo – A empresa ABB, multinacional especializada em tecnologias de energia e automação, desenvolveu uma solução de energia para fazer embarcações fluviais funcionarem por hidrogênio. A companhia, que tem sede em Zurique, na Suíça, criou uma solução de propulsão e energia com base em células combustíveis para um navio que trafega pelas águas do rio Ródano, que possui a nascente na França e termina na Suíça, passando por cidades como Lyon, Sion, Genebra e Valença.

A embarcação será utilizada pela sua subsidiária, a empresa Compagnie Fluviale de Transport (CFT), que tem sede na França. A iniciativa Flagships, da qual a ABB faz parte, que é financiada pela União Europeia, pretende diminuir a emissão de gases para o meio ambiente. A intenção é reduzir para 0 a emissão e fazer com que as operações marítimas no local não prejudiquem o ecossistema.

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 O Japão nunca viu um lugar como a Harumi Flag, uma cidade com um sistema de infraestrutura de hidrogênio em grande escala.

 Um total de 5.632 apartamentos particulares / aluguel será concluído em 2024. Uma estação de hidrogênio está prevista para ser construída perto da cidade. O trabalho de instalação de tubulações subterrâneas para fornecer hidrogênio da estação para cinco blocos residenciais já foi concluído. As tubulações serão conectadas aos geradores de pilhas a combustível de hidrogênio que serão instalados em cada bloco.

O governo, em março de 2016, anunciou seus planos de meio ambiente e sustentabilidade, afirmando "iniciativas para construir uma sociedade do hidrogênio". Ele incluía os seguintes objetivos: "dobrar a geração e utilização de energia do hidrogênio até os Jogos de Tóquio 2020" e "começar a operar um sistema de fornecimento de hidrogênio em grande escala" para a Vila Olímpica.

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parabens hidrogenio sem pavioDesde 2015, o dia 08 de outubro é o dia internacional do hidrogênio e da pilha a combustível!

A iniciativa foi criada pela Associação para Energia do Hidrogênio e Pilhas a Combustível, e foi escolhida devido ao peso atômico desse elemento ser 1,008. O dia do hidrogênio foi estabelecido para dar visibilidade às tecnologias limpas de geração e utilização de energia. 

Nós vivemos nesse início do Século XXI uma transição energética em nível global, que levará à descarbonização do sistema energético mundial. A extração, refino e utilização de combustíveis com alto teor de carbono tem pecado nos pilares social, ambiental e tecnológico. Um dos protagonistas dessa mudança estrutural é o hidrogênio. Considerado o primeiro vetor energético capaz de produzir uma economia circular de zero emissão de carbono, o hidrogênio pode ser utilizado das mais variadas formas para armazenamento e fornecimento de energia, com alta eficiência na conversão em equipamento chamados pilhas a combustível, onde os produtos da reação são a energia e vapor de água.

Por todo o mundo, iniciativas são tomadas para inserção no mercado de tecnologias que promovam o uso do hidrogênio. Uma das maiores iniciativas criadas foi o Conselho para o Hidrogênio, formado por empresas privadas internacionais de grande porte e que tem por objetivo fomentar a utilização da energia do hidrogênio e pilhas a combustível no mundo. Em 2016, estavam instalados no Japão 280.000 sistemas de geração distribuída de eletricidade em residências usando pilhas a combustível; as principais empresas automobilísticas mundiais possuem automóveis comerciais a hidrogênio; o uso de empilhadeiras industriais movidas a hidrogênio já está em uso comercial com mais de 26.000 unidades; nas Américas, na Europa e na Ásia são comercializados atualmente mais de 2000 ônibus a hidrogênio; há hoje no mundo mais de 300 estações de abastecimento de hidrogênio em funcionamento, estando uma em vias de instalação no Rio de Janeiro; a Áustria, a Suécia e a Coréia do Sul estão redirecionando sua indústria do aço para a redução direta de minério de ferro usando hidrogênio, em substituição ao alto forno; a Holanda está transformando a sua indústria química de forma a usar hidrogênio e biomassas para produzir suas matérias primas carbonosas em substituição aos derivados de petróleo e de gás natural; as próximas olimpíadas no Japão, em 2020, são anunciadas como as primeiras da era do hidrogênio. Devido a sua grande disponibilidade de água, de energias renováveis e de biomassas, o Brasil tem um grande potencial de tornar-se importante produtor mundial de hidrogênio.

 

O 1º Congresso da ABH2

Nos dias 7 e 8 de Novembro de 2019 ocorrerá o 1º Congresso da Associação Brasileira do Hidrogênio. Esse congresso terá como objetivo discutir o tema Energia do Hidrogênio, considerando que energia será o grande desafio do Século XXI e que a segurança energética dependerá essencialmente do desenvolvimento de novas fontes de energia que sirvam como alternativa às fontes usadas atualmente, para diversificar a matriz energética e garantir o desenvolvimento sustentável da economia nacional. A realização do Congresso atuará como elemento promotor da melhor capacitação cientifico-tecnológica do pais sobre a área de Energia do Hidrogênio, abordando temas como a geração e o armazenamento de energias renováveis. O Congresso abrange cientistas, pesquisadores, estudantes, empresários e agentes governamentais que atuam direta ou indiretamente com questões relacionadas à Energia. O Brasil tem um grande potencial de tornar-se fornecedor mundial de hidrogênio, como uma commodity transnacional devido as suas possibilidades de realização de eletrólise com energias limpas renováveis, hidroelétrica, eólica, solar e dos oceanos, e da sua grande disponibilidade de biomassas para produção de hidrogênio por gaseificação ou biodigestão. Esta capacitação também lhe serve para produzir hidrogênio a ser usado como regulador da intermitência das renováveis e ainda para as diferentes aplicações estacionárias, móveis e veiculares.

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